Mostrando postagens com marcador Arival Dias Casimiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Arival Dias Casimiro. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

JESUS NOS DÁ A SUA ALEGRIA

Texto Básico: João 16.16-22.

Por: Arival Dias Casimiro


A tristeza causada pelas perdas é um dos problemas mais difíceis para o ser humano resolver. Os discípulos estavam tristes e angustiados porque perderiam a companhia de Jesus. Naquele ambiente de tristeza e dor, Jesus nos ensina quatro lições sobre tristeza e alegria.

Primeira lição, o cristão não está imune ao choro e a tristeza.

Em verdade, em verdade eu vos digo que chorareis e vos lamentareis (v.20). Jesus diz que os discípulos enfrentariam o choro e o lamento. A tristeza existe. Viver é sofrer. E o sofrimento tem várias causas, diferentes durações e diversos graus de intensidade. Neste mundo teremos aflições. A fé em Deus não nos dá imunidade ou isenção de sofrimento. Sofremos quando obedecemos ou desobedecemos a Deus. E não devemos ter uma atitude de indiferença em relação ao sofrimento e as tribulações que passamos. Não coloque uma fachada de coragem só para que os outros pensem que você é “mais espiritual”. Não negue a dor e os sofrimentos da vida em nome de uma falsa espiritualidade.

Segunda lição, a tristeza do cristão é passageira.

Jesus diz: agora vós tendes tristeza. É o momento da cruz, do sofrimento e da minha morte. Mas, esta tristeza que se inicia na sexta-feira acabará no domingo da ressurreição: Vós ficareis tristes, mas a vossa tristeza se converterá em alegria. (v20). O choro pode durar uma noite inteira, mas a alegria vem pela manhã. O salmista declara: Converteste o meu pranto em folguedos; tiraste o meu pano de saco e me cingiste de alegria, para que o meu espírito te cante louvores e não se cale. SENHOR, Deus meu, graças te darei para sempre (Sl 30.11-12). Sabemos que por causa do sacrifício de Jesus, já está determinado que no novo céu e na nova terra não haverá dor, morte e tristeza. Deus enxugará dos nossos olhos toda a lágrima (Ap 21.4).

Terceira lição, a alegria de Jesus nos é dada por transformação e não por substituição.

Jesus usa a figura da mulher que está para dá luz (v.21). A mesma criança que foi a causa da dor também causou a alegria. A dor da mãe não foi substituída, mas transformada em alegria. Deus transforma maldição em benção: Porém o SENHOR, teu Deus, não quis ouvir a Balaão; antes, trocou em bênção a maldição, porquanto o SENHOR, teu Deus, te amava (Dt 23.5). Deus faz com que o mal feito para nós seja transformado em bem. Foi o que aconteceu com José do Egito: Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; porém Deus o tornou em bem, para fazer, como vedes agora, que se conserve muita gente em vida (Gn 50.20). Deus converte a tristeza em alegria.

Quarta lição, a alegria dada por Jesus é indestrutível.

Assim também agora vós tendes tristeza; mas outra vez vos verei; o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém poderá tirar (v.22). A alegria relaciona-se com a contemplação do Cristo ressurreto. Foi o que aconteceu no domingo da ressurreição: E, dizendo isto, lhes mostrou as mãos e o lado. Alegraram-se, portanto, os discípulos ao verem o Senhor (Jo 20.20). Eles viram o Senhor e se alegraram. Esta alegria ninguém poderá tirar ou destruir. Não importa a prova ou tribulação que você está enfrentando. Alegre-se em Jesus. Somente a alegria de Jesus pode nos consolar nas tristezas desta vida.

FONTE: https://www.facebook.com/arivaldias.casimiro/posts/847538555366327

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

VENCENDO AS TENTAÇÕES



Rev. Arival Dias Casimiro

Bem vindo à experiência da tentação. Ela faz parte da vida normal de um verdadeiro discípulo de Jesus. A tentação é uma prova de nossa filiação divina e da nossa íntima relação com Deus. O próprio Jesus foi tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas ele não pecou (Hb 4.15; Mt 4.1-11). Precisamos aprender as estratégias bíblicas para vencermos as  tentações:

1. O QUE É UMA TENTAÇÃO

Tentação é uma sugestão interna ou externa que vem sobre o crente, com o objetivo de prejudicar o seu relacionamento espiritual com Deus. Trata-se de uma proposta para a satisfação dos seus desejos de maneira que ofenda a Deus. A tentação é uma oportunidade de realizar algo bom de maneira errada, fora da vontade de Deus. Por exemplo, o sexo é algo que Deus criou para o nosso prazer, mas somos tentados a praticá-lo em desacordo com a orientação de Deus.
A diferença fundamental entre a provação e a tentação está na sua origem e objetivo. A provação procede de Deus e visa o amadurecimento do crente (Tg 1.2-4). A tentação brota da nossa natureza pecaminosa, de Satanás e do mundo, e o seu objetivo é prejudicar o nosso relacionamento com Deus.
A tentação em si não é pecado, mas uma proposta para o pecado. Jesus foi tentado em todas as coisas, mas não pecou, e está pronto a socorrer os que a sofrem (Hb 2.18; 4.15). Pelo fato de estarmos em comunhão com Deus, somos tentados a pecar. Mas, com a ajuda de Deus, podemos vencer a tentação (1Co 10.13).  Jesus intercede por nós quando estamos sob tentação (Lc 22.31-32;  Jo 17.15)

2. AS FONTES DA TENTAÇÃO.

A Bíblia nos ensina que as tentações nos vêm de três fontes principais:
- Nossa natureza pecadora (carne) - Mt 26.41; Rm 6.19; Rm 7.5,18,25; Gl 5.13; Ef 2.3; Gl 5.17
- Sociedade sem Deus (mundo) - 1Jo 2.15; Rm 12.2; Tg 4.4; 1Tm 6.10
- Satanás ou o Diabo (espiritual) - Ef 6.10-12; Tg 4.7 - 1Ts 3.5; Ef 6.10-12; 1Cr 21.1; 2 Co 2.11; Tg 4.7; 1Pe 5.9

3. AS ESTRATÉGIAS PARA VENCER A TENTAÇÃO.

A tentação é permitida por Deus ao crente com o objetivo de testa-lo e aprova-lo. Ela pode ser vencida com os recursos que Deus nos fornece. Podemos obter vitória sobre as tentações com as seguintes estratégias:
- Vigilância e oração - Mt 26.41; Mt 6.13; Rm 14.13
- Enfrente a tentação com a Palavra de Deus - Mt 4.1-11; Sl 119.11; Hb 4.12-13
- Fuja da tentação pelo escape que Deus lhe dá - 1Co 10.13
- Evite os caminhos da tentação – 2 Tm 2.22; Rm 13.14; Pv 4.14-15
- Busque a plenitude do Espírito - Ef 5.18; Ef 6.10-20

CONCLUSÃO


Ser tentado não é uma opção do crente, mas uma realidade que precisa ser enfrentada na vida espiritual. Para vencermos as tentações precisamos utilizar os recursos espirituais que Deus nos disponibiliza. Não confie em si mesmo. Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia (1Co 10.12).

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Vocação ou Profissão?

Por Arival Dias Casemiro

Na Igreja Evangélica hoje, o pastorado está se secularizando, ou seja, deixando de ser um ofício sacerdotal para ser uma profissão. Entende-se a secularização dos pastorado como o processo de ser, de se formar e de se exercer o pastorado não segundo o modelo bíblico, mas no modelo da sociedade sem Deus. O que seleciona o candidato ao ministério hoje, não é mais a comprovação de um chamado de Deus, mas um vestibular. Quem forma o pastor não é mais a Igreja, mas a Faculdade de Teologia por meio Mestres e Doutores sem experiência pastoral. O pastor troca de Igreja hoje como se estivesse trocando de emprego. Cada vez mais o sacerdócio pastoral tem sido desvalorizado. O ser pastor, segundo a Bíblia, é uma vocação divina que envolve chamado para o ofício e para o campo de trabalho. O apóstolo Paulo declara: "Porém em nada considero a
vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério
que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus" (Atos 20.24). E o Espírito Santo diz: "Separai-me, agora, Barnabé e Saulo para a obra que os
tenho chamado" (At 13.2). Nesses dois versículos, a Bíblia mostra que a prioridade do verdadeiro ministro é cumprir o ministério que recebeu do Senhor, trabalhando sempre no local para onde o Senhor o enviar. A grande conseqüência para a Igreja é que, com a secularização do pastorado, ela forma muitos teólogos, mas se ressente da falta de pastores. É fato incontestável que há hoje muitos pastores sem campo na Igreja Presbiteriana do Brasil, e os seminários continuam fabricando teólogos em série como numa linha de produção industrial. Há também várias Igrejas que tiveram experiências pastorais traumáticas, precisando de pastores, mas não desejam absorver essa mão de obra excedente. Como resolver este problema à luz da afirmação de Jesus de que a seara, na verdade é grande, mas os
trabalhadores são poucos? Se os trabalhadores são poucos e a seara é grande, como explicar o excesso de pastores e de seminários ou faculdades de teologia? Se a seara é grande e há sobra de trabalhadores, será que a igreja não é omissa na sua tarefa missionária? Será que não precisamos fechar seminários? O profeta Jeremias afirma que uma das maneiras de Deus castigar o seu povo é dando-lhe uma liderança não vocacionada. Então ele diz: "Convertei-vos, ó filhos
rebeldes, diz o SENHOR; porque eu sou o vosso esposo e vos tomarei, um de cada cidade
e dois de cada família, e vos levarei a Sião. Dar-vos-ei pastores segundo o meu coração,
que vos apascentem com conhecimento e com inteligência" (Jr 3.14-15). Pastores segundo o coração de Deus, que apascentem o rebanho de Cristo hoje, é uma grande necessidade. Faz-se necessário que a Igreja encare a escolha dos seus pastores nesta perspectiva sobrenatural, por meio da oração, como uma dádiva de Deus e não, meramente, na perspectiva secularizada da contratação de um novo funcionário. Entendo que o pastor, segundo o coração de Deus, apascentará qualquer rebanho local, com sucesso (conhecimento e inteligência), dedicando-se a três tarefas: oração,
pregação/ensino e visitação. Esse tripé dará sustentação a qualquer pastorado, independente da região ou do contexto onde a Igreja se acha inserida. Toda ovelha precisa da oração do seu pastor, do alimento da palavra preparada pelo seu pastor e do aconselhamento e cuidado por meio da visita do seu pastor. Qualquer plano de formação 8 pastoral, seja em seminário ou faculdade, que não contemplar esse tripé, não formará um pastor com uma filosofia bíblica de ministério. Irmãos, lutemos juntos, contra a secularização do pastorado valorizando os verdadeiros ministros. Peçamos a Deus a benção de pastores segundo o Seu coração.
"Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara", é a ordem de Jesus.

Fonte: CASEMIRO, Arival Dias. Resistindo à secularização. São Paulo: SOCEP, 2002.

sábado, 16 de agosto de 2014

Uma Vida Vitoriosa

Rev. Arival Dias Casimiro
Ser vitorioso segundo o ensino da Bíblia está relacionado com aquilo que somos mais do que com aquilo que realizamos. Ser um escolhido de Deus, estar em Cristo é o segredo da vitória: “Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo” (1Co 15.57).
Por sermos filhos de Deus, a vitória é sempre nossa pela obediência da fé, mesmo quando nos deparamos com obstáculos impossíveis e problemas humanamente insolúveis. É maravilhoso saber que você e eu podemos realmente optar pela vitória, enquanto aqueles que não estão em Cristo, não têm essa opção, a menos, é claro, que se arrependam e creiam em Jesus.
O livro de Josué é um manual de vitória. O nome Josué significa “O Senhor salva” ou “Deus é salvação”. O livro foi escrito no ano 1050 a.C. e o seu tema principal é mostrar que Deus cumpre Suas promessas. No capítulo 6 está registrado a primeira vitória do povo de Deus sob o comando de Josué, na grande tarefa de conquistar a terra prometida. É a grande vitória dos escolhidos de Deus contra a poderosa cidade de Jericó. Tal vitória nos ensina e nos enche de esperança hoje! (Rm 15.4).
Como podemos ter uma vida vitoriosa? Como vencer inimigos mais poderosos? Como avançar diante de grandes obstáculos?
1- A Vitória é uma Dádiva de Deus - O Primeiro princípio bíblico para uma vida vitoriosa é sabermos que toda vitória procede do Senhor. No versículo 6.2, Deus afirma: “Entreguei na sua mão a Jericó”. A vitória a Jericó era uma dádiva de Deus. A promessa já tinha sido revelada a Josué: “Todo lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado, como eu prometi a Moisés” (Js 1.3).
A Bíblia ensina claramente esta verdade: “O cavalo prepara-se para o dia da batalha, mas a vitória vem do Senhor“ (Pv 21.31). Os filhos de Core testemunhavam: (Sl 44.1-4).
Observe que é Deus o grande responsável pelas vitórias de Seu povo.
Ele é quem ordena a vitória, diferentemente da falsa teologia atual, quando pessoas estão dando ordens a Deus.
2-Os Pré-requisitos para a Vitória - Deus é a fonte de nossas vitórias. Logo, qual deve ser a minha participação? O que eu preciso fazer para ser um vitorioso? O livro de Josué nos oferece alguns pré-requisitos espirituais.
a. Fé - A fé é o primeiro pré-requisito para a vitória. Sem fé é impossível agradar a Deus. Sem fé não há conquistas, não avançamos, não somos galardoados pelo Senhor. Jericó foi conquistada pela fé, como testifica o autor aos Hebreus: (Hb 11.30-31). A fé é o instrumento por meio do qual conquistamos as vitórias espirituais.
b. Santificação - A santificação é o segundo pré-requisito para a vitória. Josué disse ao povo:
“Santificai-vos, porque amanhã o Senhor fará maravilha no meio de vós” (Js 3.5). As maravilhas da passagem do Jordão e da destruição de Jericó deveriam ser precedidas pela santificação do povo e da liderança (Js 5.13-15). Todos os atos de Deus são santos, reflexos da Sua natureza santíssima.
c. Seguir as estratégias de Deus - A obediência é o terceiro pré-requisito para a vitória. Obedecer significa seguir à risca as estratégias de Deus. As instruções foram dadas minuciosamente a Josué: “sete sacerdotes, sete trombetas, sete dias, no sétimo dia sete vezes” (Js 6.3-11). Geralmente, as estratégias de Deus são simples e, aparentemente, absurdas. O grande objetivo de Deus, provavelmente, é revelar o seu poder por meio de nossa fraqueza.
A vitória sempre será fruto da obediência à Palavra de Deus: (Js 1.7).
d. Agir Corajosamente - A ação é o quarto pré-requisito à vitória. O livro de Josué nos ensina que a conquista da terra prometida era um ato de posse: “Sê forte e corajoso, porque tu farás este povo herdar a terra que, sob juramento, prometi dar a seus pais” (Js 1.6). Deus agiu, as muralhas caíram e o povo tomou posse da cidade de Jericó. Agir corajosamente em obediência ao chamado de Deus é vocação do cristão e do povo de Deus. Tiago nos adverte quanto ao praticar ou agir conforme aprendemos: “Mas aquele que considera, atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticamente, esse será bem-aventurada no que realizar” (Tg 1.25). Seja um operoso praticante!

http://www.ippinheiros.org.br/wp-content/uploads/2014/04/Boletim-IP-Pinheiros-27-04.pdf

COMO ERAM AS MANIFESTAÇÕES DO ESPÍRITO SANTO NO ANTIGO E NO NOVO TESTAMENTO?

O Evangelho de João relata uma passagem da vida de Jesus que leva algumas pessoas a entender que o Espírito Santo não agia entre o povo d...