quarta-feira, 1 de abril de 2015

O AMIGO



Texto: Livro de Provérbios

INTRODUÇÃO

Amigos e Vizinhos

A palavra mais comum para representar “amigo” (rea') também significa “vizinho”; tem o sentido de “colega” e “companheiro”. Num extremo, significa meramente “a outra pessoa”; no outro, representa alguém com quem temos estreita comunhão. O contexto revelará o sentido preciso. Num momento, o rea' é um oponente num processo jurídico (18:17); noutro, é aquele que “ama em todo tempo” (17:17). O emprego do termo em Levítico 19:18 (“amarás teu rea‘ como a ti mesmo”) sugere que Deus quer que invertamos o processo de despersonificação que o emprego da palavra reflete. (Mesmo a palavra mais forte, 'oheb, “aquele que ama”, pode ser rebaixada da sua posição alta em, e.g. 18:24b e 27:6, para se referir aos sicofantas de 14:20.) Provérbios, do outro lado, enfatiza que uns poucos amigos íntimos são melhores do que uma multidão de conhecidos, e que formam um grupo destacado. (O relacionamento entre nosso Senhor e o “discípulo amado” apoia este fato.) Portanto, consideraremos em primeiro lugar o bom vizinho, e, em segundo lugar, o bom amigo.

Amizade na Pós-modernidade
Amizade online e off-line.

I. O BOM AMIGO.

1. A constância é sua primeira característica. Em Provérbios, amigos de tempos prósperos são muitos (e.g. 14:20; 19:4, 6, 7), “mas há amigo mais chegado do que um irmão” (18:24), e que “ama em todo tempo” (17:17). Caso o leitor pense apenas no tipo de amizade que espera receber, ele é conclamado a dar este tipo de lealdade (27:10), especialmente ao velho amigo da família que pode facilmente ser deixado de lado na procura de novas convivências, mas cuja lealdade venceria qualquer prova.
2. Franqueza. “Leais são as feridas feitas pelo que ama” (27:6); porque “O homem que lisonjeia a seu próximo, arma-lhe uma rede aos passos” (29:5). Davi evitou seu dever para com Adonias, seu filho (“Jamais seu pai o contrariou, dizendo: Por que procedes assim?” 1 Rs 1:6), e isto acabou causando a morte daquele filho. É, porém, provável que quaisquer agradecimentos que um amigo receberá por tais serviços estejam sujeitos a adiamentos: tem de se sujeitar a esperar até “depois” (28:23).
3. Conselho. Dois ditados no capítulo 27 descrevem os dois lados do conselho: o efeito animador do companheirismo (27:9, ver a nota; como quando Jônatas fortaleceu a confiança de Davi no Senhor, 1 Sm 23:16), e a contenda sadia entre personalidades e pontos de vista (27:17). Uma amizade verdadeira deve ter ambos os elementos, o que consola e o que estimula.
4. Tato: o respeito para com os sentimentos alheios; a recusa de tirar vantagem da afeição de outrem. Os exemplos em Provérbios são de lapsos por demais familiares: ficar hospedado por tanto tempo que se acaba o bom acolhimento (ou forçar alguém a ficar em sua companhia), 25:17; ser jovial na hora errada, quando tal atitude não é desejada (27:14) ou é até cruel (25:20); e não saber quando a brincadeira já está indo longe demais (26:18,19).

II. AMIZADES PERIGOSAS.

A Bíblia nos alerta especificamente sobre a associação próxima com, pelo menos, seis tipos de pessoas.

Homens maus Pv 24.1-2;23.17;
Fofoqueiros 20.19;
Pessoas iracundas Pv 16.29; 22.24-25;
Glutões Pv 28.7; 23.20-21;
Ladrões Pv 29.24

Pessoas sexualmente imorais Pv 6.24-29; Pv 7.4-5; 24-27;

O PERIGO DE UMA PROFISSÃO DE FÉ SIMPLESMENTE VERBAL

Mateus 7:21­27 
Introdução
1) "O Senhor Jesus finaliza o Sermão do Monte", escreve J. C. Ryle, "com uma passagem de aplicação penetrante. Ele volta-se dos falsos profetas para os falsos professos, dos falsos mestres para os falsos ouvintes".
2) Por isso, Jesus nos leva a um confronto próprio, colocando diante de nós a escolha radical entre a obediência e a desobediência, e nos convoca a um compromisso incondicional da mente, da vontade e da vida com os seus ensinamentos. Jesus enfatiza com grande solenidade que o nosso destino eterno depende de uma obediência total.
3) No que se refere a isso, os dois parágrafos finais do Sermão são muito parecidos. Ambos contrastam as reações certa e errada aos ensinamentos de Cristo. Ambos indicam que a neutralidade é impossível e que uma decisão definida tem de ser tomada. Ambos destacam que nada pode substituir a obediência ativa e prática. E ambos ensinam que a questão da vida e da morte no dia do juízo será determinada pela nossa reação moral a Cristo e a seus ensinamentos nesta vida. A única diferença entre os parágrafos é que, no primeiro, se oferece como alternativa para a obediência uma profissão de fé com os lábios, e, no segundo, um mero ouvir, também como alternativa para a obediência.
 I. O PERIGO DE SUBSTITUIR A OBEDIÊNCIA PELA ELOQUÊNCIA
1) As pessoas que Jesus está descrevendo aqui estão confiando para a sua salvação em uma afirmação do credo, no que elas "dizem" a Cristo ou a respeito de Cristo. "Nem todo o que me diz" (v. 21). "Muitos, naquele dia, hão de dizer" (v. 22). Mas o nosso destino final será estabelecido, Jesus insiste, não pelo que lhe dizemos hoje, nem pelo que lhe diremos no último dia, mas por fazermos o que dizemos, por estar a nossa profissão verbal acompanhada da obediência moral.
2) O que eles professam de Cristo?
Uma profissão verbal de Cristo é indispensável. Para sermos salvos, escreveu Paulo, temos de confessá-lo com nossos lábios e crer em nossos corações. E uma verdadeira profissão de fé em Jesus como Senhor é impossível sem o Espírito Santo.
Primeiro, a profissão é respeitosa. Chama-o de "Senhor", exatamente como hoje em dia a maneira mais respeitosa e educada de se referir a Jesus ainda é dizer "nosso Senhor".
Segundo, a profissão é ortodoxa. Embora chamar Jesus de "Senhor" talvez não signifique mais do que chamá-lo de "senhor" (com minúscula), o presente contexto contém alusões a Deus como seu Pai, e a ele mesmo como Juiz, e portanto parece implicar em algo mais.
Terceiro, é fervorosa. Pois não é um "Senhor" frio ou formal, mas um "Senhor, Senhor" entusiástico, como se o orador desejasse chamar a atenção para a força e o zelo de sua devoção.
Quarto, é uma confissão pública. Não é uma declaração particular e pessoal de fidelidade a Jesus. Alguns até "profetizaram" em nome de Cristo, chegando até a insinuar que pregaram em público com a autoridade e a inspiração do próprio Jesus.
Quinto, a profissão de fé às vezes chega a ser espetacular. A fim de destacar este ponto, Jesus cita os mais extremos exemplos de profissão de fé verbal, a saber, o exercício de um ministério sobrenatural envolvendo profecia, exorcismo e milagres. O que essas pessoas destacam ao falar com Cristo no dia do juízo é o nome pelo qual ministraram. Três vezes usaram-no, sempre colocando-o em primeiro lugar para dar ênfase. Reivindicam que, em nome de Cristo, pública e abertamente confessado, eles profetizaram, expeliram demônios e fizeram muitas obras maravilhosas. E não temos motivo para não acreditar nas suas reivindicações, pois "grandes sinais e prodígios" serão realizados até mesmo pelos falsos Cristos e falsos profetas.

3) O que poderia haver de errado nisto?
Em si, nada de mau. E, não obstante, tudo está errado, porque são palavras que não contêm a verdade; é uma profissão de fé sem realidade. Não os salvará no dia do juízo. Por isso, Jesus passa do que eles dizem e dirão para o que ele lhes dirá. Ele também fará uma declaração solene. A palavra usada no versículo 23 é homologësö, "confessarei".
II. O QUE JESUS DIRÁ A RESPEITO DELES
1)    Como será essa confissão?
a)    A confissão de Cristo será, como a deles, em público. Ele lhes dirigirá as terríveis palavras: Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade, pois, embora tenham usado o nome dele livremente, Jesus não conhecia seus nomes.
b)    A confissão de Cristo será, diferente da deles, verdadeira.
2)    Qual a razão de Jesus os rejeitar.
a) Porque a profissão de fé deles foi verbal, não moral. Era uma confissão apenas de lábios, não de vida. Chamam a Jesus "Senhor, Senhor", mas jamais se submeteram ao seu senhorio, nem obedeceram à vontade de seu Pai celeste. A diferença vital está entre o "dizer" e o "fazer".
b) Porque eles são malfeitores, praticam a iniquidade. Podem alegar feitos grandiosos em seu ministério; mas, no seu comportamento diário, as suas obras não são boas, são más.
Conclusão

Nós que, atualmente, declaramos ser cristãos, fizemos uma profissão de fé em Jesus, particularmente na conversão e publicamente no batismo. Damos a impressão de honrar a Jesus, chamando-o de "o Senhor" ou "nosso Senhor". Recitamos o credo na igreja e cantamos expressivos hinos de devoção a Cristo. Até exercemos uma variedade de ministérios em seu nome. Mas ele não fica impressionado com nossas palavras piedosas e ortodoxas. Ele continua pedindo evidências de nossa sinceridade em boas obras de obediência.

sexta-feira, 27 de março de 2015

OS PROFETAS E A MISSÃO DELES OU OUVINTES INCORRIGÍVEIS

Texto: Jr 25. 1-14

INTRODUÇÃO
Este é o primeiro lugar no livro onde Jeremias fala de si mesmo como “o profeta” (v. 2). Ele aqui recorda as condições do seu labor (v. 3), e alude às mudanças que veem sobre a sua nação durante a sua missão entre eles.
I.              UM EXAME DO TRABALHO PROFÉTICO É REALIZADO
1.    Sua vasta e variada audiência (v. 2);
2.    O prolongado período do seu ministério (v. 3). 19 anos sob Josias, 3 meses sob Jeoacaz, 4 anos sob Jeoaquim.

II.            UM TESTEMUNHO PROFÉTICO FERVOROSO É REVELADO
1.     Sua própria perseverança (v. 2) – “por vinte e três anos, madrugando e falando”.
2.     A perseverança dos seus antecessores e sucessores (v. 3), de modo que as mensagens e exortações dos profetas nunca serão silenciadas.
III.           UMA CONFIRMAÇÃO DA AUTORIDADE PROFÉTICA É REQUERIDA.
1.    Ele profetizou só porque foi comissionado por Deus (v. 3, 15, 30)
2.    Os profetas foram divinamente constrangidos para seu trabalho e testemunho (v. 4).
IV.          UM SUMÁRIO DA PREGAÇÃO PROFÉTICA É MOSTRADO.
1.    Um chamado à reforma v. 5;
2.    A promessa de uma formosa herança v. 5;
3.    Uma advertência contra a impiedade v. 6;
4.    Uma exposição das consequências do pecado v. 7
5.    Predição do julgamento v. 8-14.
V.           UMA INDICAÇÃO DA VARIADA CARACTERIZAÇÃO DO LABOR PROFÉTICO.
1.    Pregando v. 1-7;
2.    Escrevendo v. 13;
3.    Visitando v. 15;
4.    Denunciando v. 30.
VI.          UM PROTESTO CONTRA A REJEIÇÃO DA MENSAGEM PROFÉTICA É FEITO.
1.    As pessoas persistentemente recusam ouvir a mensagem profética (v. 3, 4, 8);
2.    Elas não têm mostrado inclinação em direção a mensagem enviada de Deus v. 4.
VII.         APLICAÇÃO
1. Aprendemos daqui, a corrupção terrível da natureza humana.
2. Aprendemos daqui, que não importa quão grande seja a nossa depravação, a palavra do Senhor terá seu efeito, não retornará nula ou vazio.
3. Aprendemos daqui, que um coração duro e impenitente, ao rejeitar o evangelho, está tomando a mais terrível de todas as decisões na vida presente, precursora da perdição final.
4. Se não ouvirmos Deus falar-nos de uma forma misericórdia agora, seremos obrigados a ouvi-lo falar-nos de uma forma condenatória no futuro.


quarta-feira, 25 de março de 2015

Babilônia, a sodomização da nossa cultura

A Rede Globo de Televisão dá mais um passo no sentido de empurrar a sociedade brasileira para o abismo da sodomização. Sua nova novela das 21h, BABILÔNIA, faz apologia à homossexualidade e ataca desde os seus alicerces o conceito tradicional de família, conforme preceitua a nossa Constituição Federal e a ética judaico-cristã.


O nome da novela, Babilônia, já diz o que ela pretende. Babilônia é a cidade do pecado, o reino da iniquidade, o território da máxima rebelião contra Deus. O livro de Apocalipse, nos capítulos 17 e 18, retrata a Babilônia como o sistema do mundo que se opõe a Deus e persegue a igreja. A Babilônia é chamada de “a Grande Meretriz” por causa de sua violência furiosa contra o povo de Deus e sua luxúria desavergonhada. O ataque à igreja cristã pode vir de duas maneiras: perseguição física ou ideológica. O ataque no campo das ideias é mais sutil e também mais perigoso. Seu propósito não é produzir mártires, mas apóstatas. A sedução do mundo é mais perigosa do que a espada do mundo. Ser amigo do mundo é constituir-se em inimigo de Deus. Stanley Jones, disse com razão, que o sub-cristianismo é pior do que o anti-cristianismo. Conformar-se com o mundo é ser tragado pelo mundo e condenado com ele.

Essa novela tem, claramente, o propósito de desconstruir os valores da família, promover o caos moral e induzir o povo brasileiro às práticas mais degradantes do desregramento sexual. É a sodomização da nossa cultura. É o achincalhamento da virtude. É desbarrancamento da ética. Assistir a essa trama urdida nos bastidores do relativismo ético e nos camarins da apostasia religiosa, é promover uma causa inglória de terríveis consequências para a família. É tornar-se parceiro daquilo que é abominável a Deus. É promover aquilo que deveríamos reprovar com toda veemência. É dar guarida àquilo de que deveríamos fugir com celeridade. Não podemos ser neutros nessa questão nem ficarmos em cima do muro. A omissão covarde de uns e o silêncio conivente de outros só contribuem para a promoção dessa perversidade. O papel da igreja de Deus é erguer sua voz. É protestar. É condenar o pecado. É dizer que ninguém avilta a verdade e a honra sem graves consequências. Com essa novela a Rede Globo faz uma semeadura maldita e a colheita certamente será amarga. As gargalhadas ruidosas do pecado hoje transformar-se-ão em lágrimas copiosas amanhã.

A palavra de Deus nos ensina a não colocarmos coisas abomináveis em nossa casa: “Não meterás, pois, coisa abominável em tua casa, para que não sejas amaldiçoado, semelhante a ela; de todo, a detestarás e, de todo, a abominarás, pois é amaldiçoada” (Dt 7.26). A Palavra de Deus nos adverte a não assistirmos coisas injustas: “Portas a dentro, em minha casa, terei coração sincero. Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Sl 101.2,3). A Palavra de Deus nos proíbe de vivermos segundo o curso deste mundo: “Bem aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na rodas dos escarnecedores” (Sl 1.1). A Palavra de Deus nos adverte a não sermos coniventes com o erro: “E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as” (Ef 5.11). É hora de mostrarmos nosso repúdio a essa conspiração moral da Rede Globo. Mude de canal. Mantenha sua família distante desse tremedal de lama!

Rev. Hernandes Dias Lopes


terça-feira, 24 de março de 2015

A VISÃO DE CRISTO GLORIFICADO

Texto: Ap 1. 9-20
Introdução
1.    O contexto histórico em que se dá a visão.
A igreja, no final do século I, estava enfrentando uma grande perseguição, promovida pelo imperador Domiciano. Os cristãos eram odiados e perseguidos por várias razões.
1.1.  Politicamente, os romanos viam-nos como desleais, porque eles se recusavam a reconhecer César como a autoridade suprema. Essa deslealdade foi confirmada aos olhos dos oficiais romanos pela recusa a oferecer os sacrifícios obrigatórios de adoração ao imperador. Além disso, muitas das suas reuniões eram realizadas em particular durante a noite, fazendo com que os oficiais romanos os acusassem de “antigovernistas”.
1.2. Religiosamente, os cristãos foram denunciados como ateus, porque eles rejeitaram o panteão romano de deuses, porque eles adoravam um Deus invisível, e não um ídolo. Rumores, baseados em mal-entendidos de crenças e práticas cristãs, levou-os a acusa-los falsamente de canibalismo, incesto e outras perversões sexuais.
1.3. Socialmente, os cristãos, a maioria dos quais eram das classes mais baixas da sociedade (cf. 1 Coríntios 1:26), eram desprezados pela aristocracia romana. O ensinamento cristão de que todas as pessoas são iguais (Gl 3:28) ameaçou minar a estrutura hierárquica da sociedade romana e derrubar a elite do seu estatuto privilegiado. Também aumentou o medo de uma rebelião de escravos da aristocracia romana. Os cristãos não se oporiam abertamente a escravidão, mas a percepção era de que eles miná-la-iam      , ensinando que o senhor e o escravo eram iguais em Cristo (cf. Fm). Finalmente, os cristãos se recusavam a participar das diversões mundanas que eram tanto uma parte da sociedade pagã, evitando festivais, o teatro e outros eventos pagãos.
1.4. Economicamente, os cristãos eram vistos como uma ameaça pelos numerosos sacerdotes, artesãos e comerciantes que lucraram com a adoração pagã (Atos 19:23).
O próprio João estava exilado por causa da Palavra de Deus. Portanto, a visão que João tem na ilha de Patmos é uma forma de encorajar e consolar a igreja sofredora, senão vejamos.
I.              O HOMEM QUE FOI PRIVILEGIADO COM A VISÃO: JOÃO
Ele se descreve a si mesmo:
1.    Por seu presente estado e condição - “...o irmão e
companheiro na aflição, e no Reino, e na paciência de
Jesus Cristo”.
1.1.        Irmão e companheiro.
1.1.1.   Na Aflição.
1.1.2.   No Reino.
1.1.3.   Na paciência.
2.    Por meio do lugar e circunstâncias em que estava quando foi abençoado com essa visão – “Na ilha de Patmos”. 1) “...por causa da palavra de Deus”. 2) “e do testemunho de Jesus.”
3.    Por meio do dia em que ele teve essa visão: “...no dia do Senhor”.
4.    Por meio do estado em que o Espírito o colocara: “Ele estava no Espírito”.

II.            O QUE JOÃO OUVIU (vv. 9-11)

1.     No dia do Senhor, João ouviu uma voz como de uma trombeta atrás dele.
2.     No dia do Senhor, João ouviu uma voz como de uma trombeta atrás dele que o mandou escrever a visão num livro.
3.     No dia do Senhor, João ouviu uma voz como de uma trombeta atrás dele que o mandou escrever a visão num livro e envia-lo às sete igrejas.

III.           O QUE JOÃO VIU (vv. 12-16)
“Voltei-me para ver quem falava comigo”. É possível que haja um duplo sentido nesta frase, com o acréscimo de um aspecto metafórico — não somente aconteceu que João “se voltou”, mas aquilo representava o “momento da virada” — um momento crítico — para a igreja, a saber, o momento em que as visões do plano divino para pôr fim à história mundial estavam por começar. E o que ele viu?

1.    João viu sete candelabros de ouro. 1) Eles simbolizam as igrejas como a luz do mundo (Fp 2:15). 2) Eles são de ouro, porque o ouro era o metal mais precioso. A igreja é para Deus a entidade mais bela e valiosa na terra, tão valiosa que Jesus estava disposto a comprá-la com o seu próprio sangue (Atos 20:28). 3) Sete é o número da perfeição (cf. Ex 25: 31-40; Zc 4:2), assim, as sete igrejas simbolizam as igrejas em geral.
2.    João viu alguém "semelhante a um filho de homem".
2.1.        Onde ele estava?
2.2.        Qual o seu aspecto? João vê dez características distintas do Noivo da igreja em sua glória e majestade, as quais podem ser vistas como aspectos do ministério constante do Senhor Jesus Cristo à sua Igreja:
1) Suas Vestes (v. 13) ­ Falam de Cristo como Sacerdote e Rei. Ele nos conduz a Deus e reina sobre nós.
2) Sua Cabeça (v. 14) ­ Falam da sua divindade, da sua santidade e da sua eternidade.
3) Seus Olhos (v. 14) ­ Falam da sua onisciência que a tudo vê e perscruta. Ele é o juiz diante de quem tudo se desnuda.
4) Seus Pés (V.1.5) ­ Isso fala da sua onipotência para julgar os seus inimigos. Convém que ele reine até que ponha todos os seus inimigos debaixo dos seus pés (1 Co 15:23).
5) Sua Voz (v. 15) ­ Isso fala do poder irresistível da sua Palavra, do seu julgamento. No seu juízo desfalecem palavras humanas. A voz de Cristo detém a última palavra e é a única a ter razão.
6) Sua Mão (v. 16) ­ A mão direita é a mão de ação, com a qual age e governa. Isso mostra o seu cuidado com a igreja. Ninguém pode arrebatar você das mãos de Cristo (Jo 10:28).
7) Sua Boca (v. 16) ­ Essa Palavra aqui não é o Evangelho, mas a Palavra do juízo. A única arma de guerra usada pelo Cristo conquistador no capítulo 19 é a Espada que saía da sua boca (19:5). Essa é a cena do tribunal, onde é proferida a sentença judicial, e precisamente sem contestação.
8) Seu Rosto (v. 16) ­ A visão agora não é mais de um Cristo servo, perseguido, preso, esbofeteado, com o rosto cuspido, mas do Cristo cheio de glória. A luz do sol supera o brilho dos candeeiros. 9) Sua Perenidade ­ O Primeiro e o Último (v. 17) ­ Ele é o criador, sustentador e consumador de todas as coisas. Ele cria, controla, julga e plenifica todas as coisas. Cristo aqui é enaltecido como vitorioso sobre o último inimigo, a morte.
10) Sua Vitória Triunfal (v. 18) ­ João está diante do Cristo da cruz, que venceu a morte. Ele não apenas está vivo, mas está vivo para sempre. Ele não só ressuscitou, ele venceu a morte e tem as chaves da morte e do inferno. Quem tem as chaves tem autoridade. Jesus recebeu do Pai toda autoridade no céu e na terra (Mt 28:18). Jesus tem não apenas a chave do céu (3:7), mas também a chave da morte (túmulo). Agora a morte não pode mais infligir terror, porque Cristo está com as chaves, podendo abrir os túmulos e levar os mortos à vida eterna.

IV.          O QUE JOÃO FEZ (vv. 17,18)
A esmagadora visão que João testemunhou afetou-o dramaticamente. Notemos três efeitos da visão sobre João.
1.    A visão trouxesse-lhe medo – “Quando o vi, caí a seus pés como morto” (1:17 a). Uma visão do Cristo exaltado não produz outra coisa senão grande reverência e temor (Dn 10:7-9).
2.    A visão trouxesse-lhe consolo e garantia – “Então ele colocou sua mão direita sobre mim e disse: "Não tenha medo. Eu sou o primeiro e o último.
Sou aquele que vive. Estive morto mas agora estou vivo para todo o sempre! E tenho as chaves da morte e do Hades”.
2.1.        Consolo - "Não tenha medo”.
2.2.       Garantia – 1) “Eu sou o primeiro e o último”. 2) “Sou aquele que vive”. 3) “Tenho as chaves da morte e do Hades”.
3.    A visão trouxesse-lhe dever - "Escreva, pois, as coisas que você viu, tanto as presentes como as que estão por vir. Este é o mistério das sete estrelas que você viu em minha mão direita e dos sete candelabros: as sete estrelas são os anjos das sete igrejas, e os sete candelabros são as sete igrejas".
3.1.        Escreve. A ordem de Cristo para escrever agora é expandida, destacando-se três características: 1) As coisas que tens visto, a visão que João tinha acabado de ver e está registrada nos versos 10-16. 2) As coisas que são, uma referência às cartas às sete igrejas nos capítulos 2 e 3, que descrevem o estado atual da igreja. 3) As coisas que hão de acontecer depois destas coisas, as revelações proféticas dos eventos futuros desdobrados nos capítulos 4-22. Este comando triplo fornece um esboço para o livro do Apocalipse, abrangendo (a partir da perspectiva de João) o passado, presente e futuro.
APLICAÇÃO

Cristo está no meio da sua igreja, trazendo consolo, encorajamento, mas também advertência sobre o modo como andamos na sua presença.

A visão do Cristo glorificado deve nos lembrar do temor e reverência que temos que ter diante dele.

É nosso dever transmitir o conhecimento das profecias desse livro, mostrando a vitória final de Cristo e sua igreja sobre os seus inimigos.

domingo, 22 de março de 2015

PERSEGUIR O PRÊMIO: OS 6 PRÉ-REQUISITOS INDISPENSÁVEIS

Texto: Fp 3:12-16
Introdução
Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016.
1. CONSCIENTIZAÇÃO ADEQUADA
• “Não que eu tenha...perfeição
– “Não sou perfeito!”
– “Ainda falta muito!”
– “Para me equiparar a Ele, ainda tenho uma longa caminhada”
2. EMPENHO CONTÍNUO
• “mas prossigo”
– Dioko - “persigo”
• “Estou correndo atrás de”
– “Estou a caminho...”
• “para conquistar aquilo para o que fui conquistado por Cristo”
– “meu objetivo é o mesmo objetivo de Cristo ao
me salvar”
3. ATENÇÃO FOCADA
• “esquecendo...avançando...”
– “coisas ficaram para trás”. “Não tiram minha atenção”.
– “coisas que estão adiante”.  “Ditam minha direção”. “São meu alvo”.
4. MOTIVAÇÃO ADEQUADA
• “prossigo...para o prêmio”
– “Existe uma recompensa fabulosa”.
• “da soberana vocação”
– “chamado do alto”
– “Deus me chamou para isso”
5. MATURIDADE ADEQUADA
• “Todos que somos perfeitos”
– Não é a perfeição prática, mas a atribuída por
Cristo
• “Tenhamos este sentimento*”
– “tenhamos esta atitude; encaremos dessa forma”
• “se pensais de outro modo”
– “Quem está com outra atitude’’
6. CAMINHAR CONSISTENTE
• “andemos de acordo com o que já alcançamos”.
–“caminhemos em conformidade com nossa condição”.
–“continuemos neste caminho”.
–“já alcançamos a condição de filhos, sabemos onde iremos chegar, é só manter o curso sem desvios”.
APLICAÇÃO
Que todos alcancemos o pódio, que ninguém desista.


UM CHAMADO A ALEGRIA

Texto: Fp 3.1
INTRODUÇÃO
A alegria é o tema dessa Carta. O ponto nevrálgico do pensamento de Paulo aqui. Por isso, mais uma vez o apóstolo exorta a igreja a que se alegre no Senhor e vença os adversários e as adversidades com base na confiança que ela inspira.
I.    O MOTIVO DESSE CHAMADO
1) Maus Obreiros à vista. Legalistas e Sensualistas.
2) A comunidade fraternal ameaçada.
II. O IMPERATIVO DESSE CHAMADO
1)    Uma marca distintiva do crente.
a)    Sua atmosfera.
b)    Sua fonte.
c)    Seus efeitos.
d)    Seu significado. No CBP temos: “é aquele conhecimento arraigado de que somos salvos no presente, ainda que a nossa redenção plena resida no futuro” (1 Jo 3.2). Esse gozo produz no crente uma confiança prazerosa de que, independentemente das circunstancias pessoais, o seu destino está garantido pelo Senhor.
III. A LEMBRANÇA DESSE CHAMADO
1)     Feita com amor e sem aborrecimento.
2)     Feita com palavras outrora proferidas.

APLICAÇÃO
A alegria fortalece a fé.
A alegria é uma marca distintiva do crente.

A alegria possui inimigos perigosos.

E-MAIL A UM JOVEM CRISTÃO QUE FREQUENTA CASAS DE SHOW


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DATA: domingo, 02/11/2014

DE: Augustus Nicodemus
PARA: castilho@barzinho.com.ws
ASSUNTO: Re: Por que não posso continuar a frequentar casas de show?
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Caro Castilho,

Gostei da nossa conversa ontem, mas vejo que você continua com algumas dúvidas. Obrigado por mandar este e-mail para esclarecer o que talvez não tenha ficado claro.

Eu não sou contra ouvir boa música. E boa música nem sempre é feita por cristãos. Mas, com isto, eu não quis dizer que frequentar casas de shows, pubs e barzinhos para ouvir estas músicas, bebendo uma cervejinha, é a coisa certa a fazer. Você me perguntou no e-mail o que há de errado em fazer isto. Assim, de pronto, posso pensar em algumas razões.

Eu frequentei casas de show, pubs e barzinhos a maior parte da minha mocidade, antes de conhecer a Cristo. Eu sei muito bem o que rola numa boite e nestes lugares. O ambiente é totalmente voltado para sexo, bebida, drogas e nem poucas vezes a coisa acaba em discussão e brigas. É claro que isto nem sempre rola, mas o potencial está ali. O que se exalta ali é o ego humano, o prazer irrestrito e uma suposta liberdade sem limite. Paulo escreveu que devemos evitar “toda forma do mal” – inclusive aquilo que pode nos levar a ele ou que tem aparência do mal (1Tess 5:22).

Outra razão. Deus nos ensina na Bíblia que somos servos dos nossos irmãos em Cristo. Eu jamais deveria usar minha liberdade de forma a induzir, ocasionar, incentivar e levar um irmão em Cristo a cometer pecado. Paulo falou que se a comida ou a bebida levasse um irmão a tropeçar ele jamais comeria carne ou beberia vinho outra vez (Romanos 14:21; 1Coríntios 8:13).

Você pode se sentir tranquilo e seguro bebendo cerveja num pub. Mas imagine que um irmãozinho novo na fé lhe vê ali fazendo isto. Ele vai ser induzido a pensar que está de boa se fizer a mesma coisa. E vai imitar você, com o risco de embebedar-se, e fazer o que não deve, para não mencionar a culpa que vai sentir no "day after". É Paulo quem cita este exemplo, leia 1Coríntios 8:9-12. E ele diz que ao fazer isto, você está pecando contra Cristo. Por amor aos irmãos em Cristo, deveríamos nos abster destas coisas.

Mais uma razão que me ocorre. Sua atitude de querer curtir tudo o que o mundo oferece e ainda se considerar como cristão é idêntica à atitude de uma das primeiras e mais perigosas seitas que já apareceram na história do Cristianismo, que foi a seita dos libertinos. Eles se consideravam cristãos e diziam que tinham recebido um conhecimento especial da parte de Deus, de que poderiam desfrutar de tudo, que nada é pecado para quem crê e que Deus nos aceita livremente como somos. Assim, eles ensinavam que os cristãos eram livres para frequentar os templos pagãos, comer das carnes oferecidas aos ídolos ali e praticar a prostituição “sagrada” oferecida nestes templos. Os escritores das Bíblia enfrentaram estes cristãos libertinos firmemente. Judas, o irmão de Jesus, os considera ímpios e que eles negavam a Jesus (Judas 4). O próprio Jesus condenou severamente as igrejas de Pérgamo e Tiatira por abrigarem libertinos no seu rol de membros. Inclusive, havia uma profetisa chamada Jezabel que ensinava claramente que os cristãos podiam participar dos festivais pagãos nos templos de ídolos e se prostituir ali (Apocalipse 2:14-15 e 20). O que eu quero dizer é que sua atitude lhe empurra mais para perto dos libertinos do que dos cristãos.

Uma última coisa, e para mim, a mais importante. Acho que você está fazendo as perguntas erradas. Por que em vez de perguntar o quão longe você pode ficar do pecado e de tudo que leva a ele, você fica perguntando o quanto você pode ficar perto do pecado e de situações que podem levar a ele? Se você é nascido de novo, tem o Espírito Santo, é nova criatura, está arrependido de seus pecados e ama a Deus de todo coração – não deveria estar perguntando o que pode fazer para ficar mais perto dele e longe de tudo que pode entristecê-lo?

Castilho, estas coisas nunca vêm sozinhas. Junto com frequência a casas de show, bebidas e curtição de shows sempre vêm sexo entre jovens cristãos que não são casados. Muitas vezes acaba em motel ou no banco de trás do carro. Sobre isto falaremos outra vez. Mas lembre do que diz a Palavra de Deus: “um abismo chama outro abismo” (Salmo 42:7).

Fico por aqui. Longe de mim querer privá-lo de sua liberdade em Cristo. Meu único interesse é que você a use da forma correta. Existem dezenas de maneiras sadias de fazer novos amigos, curtir os atuais e se divertir. Por que seguir o caminho do que é duvidoso, polêmico e potencialmente perigoso para sua vida espiritual?

Um abraço amigo,

Pr. Augustus

[Este e-mail é fictício. "Castilho" é uma personagem fictícia, embora as circunstâncias mencionadas neste e-mail não sejam]

FONTE: http://tempora-mores.blogspot.com.br/search?updated-max=2014-11-12T21:21:00-02:00&max-results=5&start=5&by-date=false

sábado, 14 de março de 2015

Como lidar vitoriosamente com as críticas

As críticas podem ser uma cova para nossos pés ou um livramento para a nossa alma. Se temos consciência de quem somos em Cristo, não podemos depender dos elogios nem nos desencorajarmos com as críticas. É impossível viver vitoriosamente sem lidar com críticas. Os críticos estão espalhados por todos os lados e não nos pouparão. Davi teve que lidar com alguns críticos como o gigante Golias e o rei Saul. Mas, o crítico mais amargo de Davi foi Eliabe, seu irmão mais velho. O texto de 1 Samuel 17.28-30 mostra com cores vivas essa triste realidade. A crítica sempre dói, mas há momentos em que a crítica dói mais.

1. A crítica dói mais quando vem daqueles que deveriam estar do nosso lado e estão contra nós.Eliabe era irmão de Davi, mas estava contra ele. Devia estar do lado de Davi, mas tornou-se seu adversário mais ferrenho. Às vezes as lutas mais amargas que travamos são aquelas que enfrentamos com as pessoas da nossa própria casa ou da nossa própria igreja.
2. A crítica dói mais quando vem daqueles que nos conhecem a muito tempo. Eliabe era o irmão mais velho de Davi e Davi era o caçula de oito irmãos. Logo, Eliabe viu Davi nascer e crescer. Conhecia o caráter de Davi e sua destemida coragem. Mesmo assim, porém, Eliabe se coloca contra Davi, pois a coragem do irmão denuncia sua covardia.
3. A crítica dói mais quando vem envelopada em destempero emocional. Eliabe irou-se contra Davi porque este se dispôs a enfrentar o gigante Golias, de quem Eliabe e os demais soldados estão fugindo há quarenta dias com as pernas bambas de medo. Eliabe fica irado porque tem medo que Davi seja mais honrado do que ele. Eliabe vê seu irmão não como um parceiro, mas como um rival.
4. A crítica dói mais quando ela é contínua, sem descanso nem pausa. Diante de chuvarada de críticas de Eliabe, Davi perguntou-lhe: “Que fiz eu agora? Só fiz uma pergunta.” Davi estava dizendo com isso que Eliabe era um crítico contumaz. Fazia parte do seu perfil ser um homem duro com os outros e complacente consigo mesmo. Parecia até que o “ministério” de Eliabe era o ministério da crítica. Em vez de enfrentar o gigante, Eliabe tenta desmoralizar Davi, e isso porque este dispôs-se a enfrentá-lo.
5. A crítica dói mais quando o crítico julga até nossas intenções. Eliabe fez um juízo de valor, quando disse a Davi que conhecia sua presunção e maldade, pois estava ali apenas para ver a peleja. Nada mais injusto e inverídico! Davi estava sendo muito humilde em estar naquele acampamento de guerra, uma vez que o profeta Samuel já o tinha ungido como o futuro rei de Israel, em lugar de Saul. Mesmo assim, aceita uma ordem de seu pai para tomar o humilde posto de um “office boy” e levar um lanche para os seus irmãos no “front” da batalha. Os críticos têm a audácia de transformar nossas virtudes em defeitos e seus juízos temerários em afirmações categóricas.
6. A crítica dói mais quando o crítico visa nos humilhar em público. Eliabe dá sua última cartada e tenta humilhar Davi diante dos soldados de Saul, perguntando-lhe: “Com quem você deixou aquelas poucas ovelhas no deserto?” Eliabe está dizendo para Davi que ele deveria recolher à sua insignificância, pois não passava de um simples pastor e jamais poderia ocupar o posto de um destemido soldado de Israel. Davi não perde a paz nem o foco com as críticas injustas de Eliabe, antes, foge dele. A melhor maneira de lidar com os seus críticos é fugir deles. Se você der ouvido aos críticos perderá seu sono, sua paz e seu foco. Deus chamou você para fugir dos críticos e vencer os gigantes!
Rev. Hernandes Dias Lopes
FONTE: http://ipbvit.org.br/2015/03/09/como-lidar-vitoriosamente-com-as-criticas/

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